Cá estou eu aqui novamente, amigos leitores do blog... Eu quero falar de algo que me irrita bastante e eu tenho certeza de que não sou o único que se irrita com isso. São os funkeiros! É, rapaz. Eu até me sinto meio triste de falar que drogas como essa só existem no Brasil... Resolvi fazer esse post após eu ver que um dos posts mais lidos até agora do blog é o do Bandidões do FPS, onde eu falo do Counter Strike. Então, decidindo me aprofundar no assunto, para a alegria de vocês (ou não), aqui vai mais um post.
Pra começar bem o post, quero deixar claro que a cidade onde eu moro é infestada dessas pragas, se bobear até o prefeito é funkeiro. Então não me venham falando que eu tô com preconceito e os carambas.
Não pensem que vou falando do funk americano dos anos 80. Nãão! Vou falar do funk dos muleque zicas, das piriguetes. Do funk que faz apologia ao uso de drogas e armas e pessoas com óculos olho-de-mosca e bermudinha de surfista californiano consideram uma forma de entreternimento e de mostrar a cultura de nosso país. Mas de longe estão errados. Do funk que tem uma batida irritante pra caralho e é igual em todas as músicas, carinhosamente apelidado de funk carioca.
Podemos dizer que o funk carioca está no mesmo patamar de ridicularidade de Michel Teló. Afinal, quem é o ser humano que aguenta ficar ouvindo "ai se eu te pego" repetidas vezes? Dá raiva, gente, na boa. Uma música de funk carioca consiste em ou fazer apologia a algo ou chamar alguma mulher de cachorra. E, por incrível que pareça, há funks que são cantados por piriguetes. Depois alguém chama elas de cachorra ou dá um tapa na cara delas e elas reclamam para a delegacia de mulher, como se elas não mandassem os homens fazerem isso nas músicas que elas cantam...
A bebida favorita de um funkeiro é um whisky ou aqueles energéticos baratos de supermercado. Acham que estão abalando tomando uma latinha de Red Bull e portando uma correntona do ferro velho. São uns manés... Esses são os tais "muleques zica", uns piás que são mais magros do que uma criança etiopiana e se acham os gostosos com aquele piercing de bolinha no queixo.
Em suas letras, falam de comprar whisky, roubar lojas, fazer sexo com as "novinhas", roubar mais lojas, comprar whisky e roubar playboys. Por falar em novinha, esses funkeiros se referem como "novinhas" meninas com menos de 16 anos que estão começando a se tornar piriguetes. E o acesso dessas menininhas nos bailes funks é livre, pois sempre rola algum esquema. Sério, eu por exemplo já vi funkeiro com uns 20 anos andando de mãos dadas com uma menina que tinha cara de criança. E você nem quer saber o que acontece com essas novinhas nos bailes funk, ou quando algum funkeiro conhece alguma, né? É, acho melhor não...
Mas no final todos acabam ou baleados ou na cadeia. É. Ou um ou outro. As cadeias do nosso país estão cheias de bandidos funkeiros (nem todos os funkeiros são bandidos, mas todos os bandidos são funkeiros) e está se lotando a cada dia mais. Aqui na região que eu moro a situação é tensa, amigo... Imagina conviver com 10 funkeiros dentro de uma sala, mais 5 piriguetes e mais 2 pessoas normais, que são praticamente as únicas que falam comigo. É, amigo, é a classe onde eu estudo. Hehe.
Uma "classe" dos funkeiros (foi mal, eu sou viciado em MMORPG, aí fica complicado) é o Traficante. É o laranjinha, o chupa-saco da boca... E bem, não vou falar de tráfico aqui, pois esse não é o assunto do post. Mas é fato de que muitos moleques de 14 anos já estão vendendo e usando drogas por aí. Dando uma de mãe, agora, sempre recuse se esses caras te oferecerem drogas. E se eles quiserem te enfiar guela abaixo, o melhor a fazer é correr. Funkeiro é foda, não aceita um "não" e nem sabe levar as coisas na esportiva. Chama logo os amiguinhos e todos batem no "playboy" até a morte. Alguns nem batem, e sim atiram.
Não quis colocar medo em você, leitor ou leitora do blog, mas... Se eu estou vivo até hoje, é um milagre, e todos os meus amigos que moram aqui ou em cidades próximas falam a mesma coisa. Esses vermes irritam cada um que os vê. A vontade de imaginar que eles são sacos de porrada é tão grande... Mas a gente acaba se controlando e nem olha pra cara. Alguns pensem que eu estou querendo apoiar a violência contra eles, mas já que não se pode resolver as coisas por bem...
Identificar um funkeiro é fácil. Eles não têm cabelo comprido, são curtinhos pois se eles deixarem crescer aquilo vira mais duro do que palha. Tem um brinco todo luminoso em uma ou duas orelhas, o que já nos comprova a sexualidade do indivíduo. Usa um piercing no nariz, usam óculos amarelos ou azuis, dificilmente não usam aparelho dentário e SEMPRE, SEMPRE estão de boné. Ou de bermudinha. Assim como as piriguetes, e como eu disse no post anterior, não adianta estar um frio federal, eles sempre estarão de chinelo.
Se você for amaldiçoado e morar em uma cidade infestada com essa praga, tente fazer o possível para ficar longe deles. Se não der, tente dar um jeito de não começar um papo prolongado. Esses seres não merecem estar vivos em nosso mundo... Ou até merecem, pois ser humano só se fode mesmo...
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Alguma sugestão ou crítica? Sinta-se a vontade para comentar. A casa é sua!
Agradeço a boa educação e honestidade. :)